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Você sabe o que é o Pós Consumismo?




Você sabe o que é o Pós Consumismo?

Enquanto o consumismo "quase" se tornou uma religião onde shoppings estão sempre lotados não importa o dia da semana ou época do ano, no Pós Consumismo com certeza não é o dinheiro quem manda.

Uma onda Pós Consumismo surgiu na Europa e virou febre na Alemanha  através de um movimento chamado FYS - Free Your Stuff ou Deixe suas coisas livres ( livre  assim como essa tradução). A ideia é compartilhar as coisas que você não usa mais, doando para outra pessoa e criando vida útil para objetos que não mais são úteis para você e provavelmente iriam para o lixo, por exemplo, vai mudar de casa e na sua casa nova não cabe o sofá cama do quarto de hóspedes? Você pode ofertá-la gratuitamente na internet e uma pessoa que está precisando vai buscar o item ofertado. Já existem vários grupos de cidades brasileiras no facebook incentivando esse tipo de troca. O que é velho para você pode ser uma coisa nova para outra pessoa. Isso cria um certo senso de comunidade, onde é possível doar as coisas de que não precisamos mais, em vez de alimentar uma cultura do desperdício

O Pós Consumismo carrega a ideia de que algo pode ter valor sem ter um preço e também que o individuo não é definido pelo que ela compra, possui ou consome. Dentro desse contexto seria impossível comprar uma "identidade", pois aqui quem reina é a individualidade ou seja, estamos desobrigados de usar a marca X para tentar ser parecido com esse ou com aquele. A ideia do Pós consumismo se baseia na liberdade de escolha, onde a pessoa não  julgada pelos itens que consome ou deixa de consumir.

Além do apelo econômico e ecológico. Essa é uma excelente desculpa para procurar em casa objetos que não são usados em sua casa e podem ser doados. Procure no facebook um grupo FYS em sua cidade ou crie um. Pesquise, engaje-se, participe.

Fique atento, pois vem aí uma nova economia, onde o dinheiro não terá tanto valor.
Você acredita em um mundo além do materialismo?

Até a próxima dica!
Paula Fuzeto
Blog Chega de Bagunça

Mude seus hábitos em 2015


Entra ano, sai ano as resoluções de ano novo são as mesmas ou bem parecidas com as de anos anteriores, entre as mais prometidas estão perder peso, se matricular na academia e mudar de emprego.

Aqui vai uma lista de inspirações que podem deixar suas resoluções de ano novo mais inspiradoras e reais. Além disso você pode repensar a maneira como está levando sua vida. Em tempos de culto ao consumismo, que tal levar uma vida mais low profile? A falta de água já é realidade no Brasil, as tarifas de energia estão pesando no bolso do consumidor, atitudes como comprar menos, diminuir o consumo e evitar produtos que não são amigos do planeta podem entrar na sua lista também!

Você pode abandonar aquela hábito feio de roer unhas, chegar atrasado ou ser negativo.
Aprender uma nova habilidade pode parecer genérico mas nunca é tarde para aprender um novo idioma ou trocar de profissão, que tal?

Trabalhar com voluntariado pode ser uma coisa muito legal e recompensadora, pode dedicar seu tempo para organizar um bazar com roupas usadas suas e dos amigos, distribuir alimentos e agasalhos na madrugada para moradores de rua ou ler histórias para crianças que estão hospitalizadas.

Suas viagens estão caindo na rotina? Escolha um destino encantador e diferente. Tem gente que conhece o mundo, mas não conhece próprio país que também é cheio de belezas, você também pode se aventurar pela América do Sul ou conhecer um país exótico daqueles que a gente só vê em filmes.

Sabe aquele livro que você adoraria ler mas não tem tempo? Excelente momento para isso não acha?
Outra ideia é experimentar uma comida diferente. Se você estiver na China e quiser degustar um grilo, pode ser também, mas outra ideia é que você escolha outra opção do menu no restaurante que você frequenta sempre.

E que tal tentar ser uma pessoa melhor esse ano, quem te inspira? Siga o melhor exemplo!


Até a próxima dica!
Paula Fuzeto
Blog Chega de Bagunça

Balanço do Ano




Esse ano foi muito. quero agradecer à todos vocês leitores e seguidores. Obrigada a todos que sempre mandam mensagens de incentivo. Leio todas as mensagens e adoro, embora muitas vezes não tenha tempo de respondê-las.
A dica para o ano de 2011 é comprar um caderninho e escrever as coisas que você quer fazer no ano de 2011, como por exemplo uma viagem, um carro novo, aprender um novo idioma, casar, comprar uma casa ou reformar a casa, ter um filho, guardar dinheiro, etc.

FELIZ 2011 ORGANIZADO!!!

Até a próxima!
Paula Fuzeto


Sem etiqueta, sem preço

Muitas vezes a razão de termos tanta bagunça dentro de casa é a super valorização de objetos ou marcas. Esse artigo foi publicado em um jornal internacional e diz, mais ou menos assim:


Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.
Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.
A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.
Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.
Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?
É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?
Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?
Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.
E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.
Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.
Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.
A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.
A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.
O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.
O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores é nos dado por Deus, gratuitamente.


a partir de comentário de Willian Hazlitt, que circula pela Internet.

Até a próxima dica!
Paula Fuzeto

Blog Chega de Bagunça

Economia sustentável



Você é o tipo de pessoa que entra no supermercado e avalia cada produto que vai colocar dentro do carrinho ou não está nem aí para sua origem e se realmente precisa daquilo naquele momento - muitas vezes, pagando caro por sua escolha? Falar em economia sustentável é falar invariavelmente em consumo consciente. A consciência tem um preço, o qual nem todo mundo concorda em pagar, já que aparenta ser mais elevado do que se gostaria. Entretanto, os resultados são altamente positivos já que o consumismo é colocado em cheque. Analise suas reais necessidades de consumo, planeje seus gastos e investimentos com antecedência. Faça sua parte e pratique a economia sustentável. Seu jeito de usar o dinheiro afeta sua vida e a de todo mundo!

Até a próxima dica! 
Paula Fuzeto 
Blog Chega de Bagunça

2008 contra a procrastinação



Neste ano de 2008, o blog "Chega de Bagunça" deseja que você leitor não seja uma vítima da Procrastinação, que você aceite os desafios que a vida lhe oferece, e viva com mais satisfação e por mais tempo que aqueles que vivem se estressados com relação às coisas que deveria ter feito, mas não fizeram.
Para que isso não aconteça com você neste ano que se inicia:

Organize-se
Compre uma agenda: Anote seus compromissos que tenham dia e hora programados.
Compre um caderninho. Escreva seus projetos e sua to do list ou listas de tarefas. Procure cumpri-los. Para a to do list, procure organizar o dia resolvendo as tarefas mais simples nas 2 primeiras horas do dia, deixando o resto do dia para se concentrar nas tarefas mais importantes.

Faça/assuma Projetos
Divida o projeto em partes se parece muito grande, dessa forma fica fácil viabilizar sua ação, e mantê-lo rumo ao objetivo final.

Mexa-se
Você pode fazer qualquer coisa em 15 minutos. Inicie, mesmo que pela tarefa mais simples, e continue dali. O sentimento de estar fazendo alguma coisa na direção do seu objetivo, é muito melhor do que a sensação de não ter feito nada. Mas não seja perfeccionista.

Peça ajuda
Um colega, um amigo, um parente, ou mesmo contratar uma outra pessoa para te ajudar em um projeto. Deixe sempre tudo bem claro e explicado para as pessoas envolvidas, você se sentirá melhor e renovado para dar continuidade ao projeto.

Mime-se
Estabeleça um presente a você mesmo (e sua equipe/família), caso atinja as metas que estabeleceu.

Divirta-se
Se você tem deixado de executar uma tarefa, pois ela é muito chata e desinteressante, mas é importante crie algo que deixe a tarefa mais leve e divertida. Convide um amigo, compre um CD novo, desfrute da sua bebida favorita, vá executá-la ao ar livre, enfim, use a sua criatividade.

Jogue uma moeda
Casa esteja indeciso, mesmo após analisar a situação por todos os aspectos possíveis, e não consegue sair do lugar, jogue uma moeda! Cara ou coroa?

Até a próxima!
Paula Fuzeto
Blog Chega de Bagunça

7 Hábitos das pessoas super organizadas





1. Elas têm um lugar para cada coisa. 
Cada item que possuem tem um local adequado, uma “casa”. Os livros estão na estante de livros. Os CDs estão em porta CDs. Os documentos estão em pastas de arquivo, etc.

2. Elas colocam as coisas de volta no lugar. 
Uma vez que um objeto qualquer não será mais utilizado, ele não fica vagando por lugares temporários. ele retorna imediatamente à sua “casa”.

3. Elas anotam as coisas. 
Pessoas organizadas costumam anotar seus compromissos, tarefas e listas de lembretes. Isto é feito de forma constante e consistente, em boas agendas de papel, agendas em computador ou PDAs. (computadores de mão). Elas não tentam lembrar das coisas que estão nas suas cabeças, pois sabem que suas agendas farão esta função.

4. Elas não acumulam papéis. 
Papéis e documentos que devem ser guardados, são arquivados diariamente. Correspondências são abertas perto do lixo, e papéis desnecessários são descartados imediatamente. Contas são colocadas na pasta de contas a pagar, revistas são lidas e guardadas por uma semana ou duas, depois doadas ou descartadas.

5. Elas não deixam as coisas para depois. 
Quando alguma coisa deve ser feita, as pessoas organizadas costumam agendar, planejar ou simplesmente executar a tarefa o quanto antes. Desta forma evitam acumulo de serviço, prazos apertados e outros problemas causados pela procrastinação (procrastinar é voluntariamente deixar para depois o que deveria ser feito agora).

6. Elas têm prazos e objetivos. 
Pessoas organizadas sabem que para obterem resultados, precisam saber claramente aonde querem chegar e em que prazo. Elas fazem revisões periódicas em seu planejamento.

7. Elas mantêm apenas as coisas necessárias. 
Pessoas organizadas não acumulam coisas. Não ocupam espaço com objetos inúteis, roupas que não utilizam há anos, revistas antigas, etc. Apenas as coisas que lhe são úteis ou proporcionam algum prazer, são mantidas. Estas pessoas acreditam na simplicidade. Elas respiram mais facilmente se puderem circular em seus espaços sem ter que esbarrar em caixas ou mergulhar em armários abarrotados.

Até a próxima!
Paula Fuzeto
Blog Chega de Bagunça

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