Muita gente espera o 13º salário, seja para pagar aquelas continhas que estouraram o orçamento, ou para torrar com presentes, festas, roupas para festas e outras despesas que nem sempre são tão relevantes assim.
No Brasil, o 13º é responsável por injetar R$ 80 bilhões de reais na economia do país. Mas, qual é a forma mais correta de usar o dinheiro “extra”?
Depende.
Se você tem dívidas, é a hora de dizer “chega de bagunça”. Usar o décimo terceiro salário de forma inteligente, nesse caso é sinônimo de quitar as dívidas. Sejam elas pequenas ou grandes.
Vale pensar até mesmo em quitar, ou pagar uma quantidade maior de parcelas de uma compra feita a longo prazo, ou até de um financiamento.
Mas poxa, porque pagar parcelas a mais se elas cabem no bolso mensalmente?
Simples, assim diminui a quantidade de juros a ser pagos. Se você parar para fazer a conta de quanto as pessoas pagam em juros no financiamento de um carro, parcelado em 72 vezes, pode-se observar que, com a diferença quase dá, ou até dá, para comprar outro carro. Ou seja, persistir em pagar 72 parcelas simplesmente porque não pesam no orçamento mensal é o mesmo que deixar de investir em outro bem, ou em poupança, ou algo que faça o dinheiro render, só porque não consegue enxergar que o quitar de uma vez a dívida é o melhor caminho.
Agora, se você não tem dívidas, parabéns! Pertence a um grupo pequeno de pessoas que consegue fechar o ano com o orçamento em dia. Mas, não se empolgue. Antes de torrar o 13º em coisas compradas por impulso, pare, respire, guarde o dinheiro e pense.
É melhor torrar tudo de uma vez ou separar o valor em quantias iguais, ou razoavelmente iguais e utilizá-lo de forma mais inteligente?
É claro é que é destinar uma quantia para cada necessidade. “X” vai para a poupança; “X” para comprar aqueles itens necessários, afinal, depois de um ano inteiro, é bom poder comprar o que bem entender; e “X” é para todos aqueles gastos de começo de ano que costumam deixar as pessoas em crise exatamente pela falta do dinheiro que sobrou no fim do ano. Não lembra quais gastos são esses? IPVA, IPTU, matrícula da escola/faculdade; material escolar, seguro de carro; entre outros.
É difícil pensar em tudo isso quando o montante está na mão, mas é necessário para começar o ano com tudo em dia e a vida organizada.
Uma das melhores formas de fazer isso é comprar um caderninho e nele colocar tudo o que precisa ser comprado, o que você quer, mas pode esperar para ter, as despesas fixas, as despesas de começo de ano e o quanto você guardar.
Depende.
Se você tem dívidas, é a hora de dizer “chega de bagunça”. Usar o décimo terceiro salário de forma inteligente, nesse caso é sinônimo de quitar as dívidas. Sejam elas pequenas ou grandes.
Vale pensar até mesmo em quitar, ou pagar uma quantidade maior de parcelas de uma compra feita a longo prazo, ou até de um financiamento.
Mas poxa, porque pagar parcelas a mais se elas cabem no bolso mensalmente?
Simples, assim diminui a quantidade de juros a ser pagos. Se você parar para fazer a conta de quanto as pessoas pagam em juros no financiamento de um carro, parcelado em 72 vezes, pode-se observar que, com a diferença quase dá, ou até dá, para comprar outro carro. Ou seja, persistir em pagar 72 parcelas simplesmente porque não pesam no orçamento mensal é o mesmo que deixar de investir em outro bem, ou em poupança, ou algo que faça o dinheiro render, só porque não consegue enxergar que o quitar de uma vez a dívida é o melhor caminho.
Agora, se você não tem dívidas, parabéns! Pertence a um grupo pequeno de pessoas que consegue fechar o ano com o orçamento em dia. Mas, não se empolgue. Antes de torrar o 13º em coisas compradas por impulso, pare, respire, guarde o dinheiro e pense.
É melhor torrar tudo de uma vez ou separar o valor em quantias iguais, ou razoavelmente iguais e utilizá-lo de forma mais inteligente?
É claro é que é destinar uma quantia para cada necessidade. “X” vai para a poupança; “X” para comprar aqueles itens necessários, afinal, depois de um ano inteiro, é bom poder comprar o que bem entender; e “X” é para todos aqueles gastos de começo de ano que costumam deixar as pessoas em crise exatamente pela falta do dinheiro que sobrou no fim do ano. Não lembra quais gastos são esses? IPVA, IPTU, matrícula da escola/faculdade; material escolar, seguro de carro; entre outros.
É difícil pensar em tudo isso quando o montante está na mão, mas é necessário para começar o ano com tudo em dia e a vida organizada.
Uma das melhores formas de fazer isso é comprar um caderninho e nele colocar tudo o que precisa ser comprado, o que você quer, mas pode esperar para ter, as despesas fixas, as despesas de começo de ano e o quanto você guardar.
E o ideal é que isso seja feito todos os meses, assim é quase impossível gastar mais do que se tem porque o valor será acompanhado diariamente.
Na primeira linha da página, coloque o valor recebido, em seguida as despesas fixas, logo abaixo tudo o que for sendo adquirido, mesmo que seja no cartão (não esqueça de já fazer a marcação para o próximo mês quando a compra for parcelada). Tudo deve ser anotado, compras grandes e pequenas, só assim é possível controlar ao pé da letra; ou desse caso, do número.
Os mais habilidosos, podem fazer a planilha no Excel e inserir fórmulas para que a cada novo valor incluído, positivo ou negativo, o valor final já seja apontado.
E não esqueça: separe nem que seja R$ 10 por mês para investir na poupança. Parece pouco, mas no fim das contas, é dinheiro para ao longo de alguns anos servir até como forma de investimento.
ORGANIZE A VIDA FINANCEIA E FELIZ 13º!
Até a próxima!
Paula
Este artigo foi redigido com informações do Banco HSBC, exclusivamente para o blog Chega de Bagunça
Até a próxima!
Paula
Este artigo foi redigido com informações do Banco HSBC, exclusivamente para o blog Chega de Bagunça



